UM CAMINHO - UMA PONTE
O caminho dos retos é desviarse do mal,
o
que guarda o seu caminho preserva a sua alma.”
(Pv. 16:17)
Era uma vez duas bolinhas, duas lamparinas, que eram duas amigas, de vestes brancas com luzes que reluzia, estavam a maior parte do seu tempo unidas, em dias de paz luz ao mundo refletia.Mais certa vez uma dessas lamparinas deixou de irradiar, não sei o que aconteceu mais a sua luz aos poucos estava parando de brilhar. As trevas começaram a encobrir aquela lamparina até chegar ao ponto da outra também querer dominar.
Mais a aquela outra lamparina resolveu se afastar, não completamente, ela ainda queria entender o que tava fazendo a sua amiga ficar mais escura e doente, e por isso continuaram a caminhar, mesmo com a escuridão tentando a outra mente enganar.
Vaidade de vaidade, era uma das coisas que iludia as pessoas de verdade! a soberba da vida apareceu de repente e a lamparina que mais reluzia via que tinha algo errado e lhe vinha na mente! mais quando ia protestar, o seu ego era abafado, as trevas não deixava a luz predominante radiar, porque estas trevas tinha raiva das coisas que estavam a brilhar e como ela já tinha tomado de conta da outra lamparina, o que restava era a luz dominante apagar, as trevas eram tão fortes que não aceitava a opnião da unica luz que lutava pra brilhar.
A lamparina ainda acesa, continuou caminhando com as trevas, sempre tolerando e recusando algumas vezes aceitando as propostas do mundo que não presta. Até que um certo dia, um momento decisivo chegou: a luz e as trevas pararam de caminhar, porque uma ponte elas avistou; aquela ponte estava ligada a passagem de um rio, ela era enegrecida e ninguém via o outro lado da estrada que viria.
A lamparina ainda acesa ficou a analizar, mais as trevas apressada, resolveu aquela ponte sozinha atravessar, a escuridão que a acompanhava era tão grande que ela desapareceu de vez, e a lamparina acesa lamentou: - nunca mais a verei outra vez...."
Horas e horas se passaram e lamparina acesa estava a pensar, não sabia se ficaria ali ou se aquela ponte obscura iria passar, até que de repente, uma briza tocou no seu rosto levemente, trajadas de vento começaram a surgir, e quando a lamparina acesa olhou para trás, ela viu uma enorme mão que estava arrastando varias outras e milhares de lamparinas brancas, e aquela mão a arrastou e como se fosse uma bola as jogou, para bem distante daquela ponte, onde as trevas jamais reinariam, pois o futuro lugar era muito distante e somente a luz poderia habiar, o reino das trevas nessa dimensão jamais iria chegar.
be end.....

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